quinta-feira, 7 de julho de 2011

Tchau, Berê.

Berenice já não segura mais, tadinha.

E eu não posso exigir dela a mesma teimosia minha.


Eu sei que a batida que vem por ai é das mais feias, já vejo tudo rodando, rodando, rodando... e só me resta fechar os olhos e torcer para nada mais lembrar.


Why don't surprise me?

segunda-feira, 4 de julho de 2011

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Caindo na real

A tempos atrás eu costumava usar uma frase no meu perfil do orkut, na parte onde pergunta "o que vc aprendeu com seus relacionamentos anteriores". Não lembro exatamente de quem é e nem as palavras usadas, mas a ideia era a seguinte:

Você quer conhecer a fundo a pessoa que está do deu lado? Então termine seu relacionamento com ela. É nesse momento que vem a tona sua verdadeira essência, quando ela coloca pra fora toda a beleza ou podridão que há em seu interior.

Eu não sei quanto as outras pessoas, mas quando alguém que eu gosto e até então confio me diz "pode confiar em mim e me falar qualquer coisa, sou toda ouvidos", minha tendencia é acreditar. Ok, as vezes consigo ser irritantemente "injêna".

E ai chego num ponto em que só me resta dar risada da situação, vendo as pessoas forçarem uma inversão de papéis absurda... olha, eu não sei viver num mundo onde sinceridade ofende.

Eu não consigo entender a linha de raciocínio que as pessoas seguem, de verdade. Não sei lidar com isso.

"Ahh, a Fernanda é a certinha, só ela tem a razão". Nunca disse isso. Óbvio que faço muita merda por ai, mas nunca, NUNCA tentei pisar em ninguém. Mas enfim, sou parte da minoria que se importa um pouco além do próprio umbigo.

Não é nada legal abrir o coração, falar tudo o que pensa e sente, ainda abrir mão de tudo isso na "tentativa nobre" de manter uma amizade que se julga importante... pra ver tudo entrar num ouvido e sair pelo outro, ver suas razões sendo desdenhadas e ainda ser acusada de fake. Até pq quem teria razões de sobra pra surtar seria eu. É dose...

Bom, sempre me disseram que as pessoas julgam os outros por elas próprias, eu que sempre fui anta e não me dei conta. E contra um ego superestimado, não se pode lutar. Enfim...

A frustração é enorme no momento, pq não me preparei pra isso. Pra rejeição, amores platônicos, caras quebradas tudo bem, já tou calejada. Isso é o de menos, eu sei que sempre passa. O problema é a parte dois da história, não tou acostumada a ter esses problemas com amigas, pq geralmente minhas amigas são aquelas que me ouvem e me entendem, ou ao menos procuram entender. Gente que se importa, saca?

Mas ok, tudo tem seu lado bom (bom?? ¬¬), ao menos conhecendo esse outro lado, aquele encantamento estúpido acabou de vez. Embora seja muito, muitooo triste o lance da amizade perdida, mas a questão é: se foi perdida dessa maneira, valia mesmo a pena?

Já não sei mais.

quinta-feira, 17 de março de 2011

sábado, 29 de janeiro de 2011

Pedestal fail

Hoje tirei o dia pra pensar na vida... óbvio, não cheguei a conclusão alguma, pois me faltam dados terceirizados para tanto. Mas enfim...

O foda é que acabei desanimando, mais uma vez... tou bem cansada de andar em círculos e de ser sempre vista com um rótulo na testa. E não é pelos últimos acontecimentos, isso é o de menos, só a cereja do bolo. A questão é todo o contexto...

A questão é sempre ser vista como alguém que é "querida, um amor, blablabla". Aquela que é tão, mas tãooo legal que todo mundo fica cheio de meia hora, pq né, "ela é querida demais, não posso correr o risco de magoar, ela não merece". Ah vá ¬¬

Eu não sou de vidro, por incrível que pareça. Eu não tou enlouquecida atrás de um relacionamento pra vida toda. Se eu gostaria de um? Claro que sim, mas quem não gostaria? Só que isso não é a minha maior preocupação, acreditem.

Sério, queria que parassem de me poupar das coisas. A intenção pode ser das melhores, mas né, não funciona como deveria.

Eu tou chata? Me manda calar a boca e deixar de ser mala. Não gostou do que eu fiz ou disse? Me fala, pra eu me tocar e me desculpar se for o caso. Tou com bafo? Me avisa, que escovo os dentes. Não é a fim de mim, não sou teu tipo? Ok, me diz que eu saio do teu pé. É a fim, mas só quer usar meu corpinho, sem compromisso algum? Ok, me diz e eu decido se dou ou não. Simples assim!

Não vou morrer em nenhuma das situações, não vou ficar deprimida e magoada por nada que for dito, se forem palavras sinceras.

Essa é a chave de tudo: sinceridade. A verdade nunca vai magoar ninguém. Pode até doer, mas isso é parte do show.

Mas enfim, tou me tornando repetitiva.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Aff

E dai eu paro, começo a pensar e vejo que to dando importância demais pra isso... tipo, o problema não é meu, não tão pedindo minha ajuda, então pq esquento tanto a cabeça?

Fiquei triste, fato. Isso não dá pra negar. Mas né, tou de bem comigo, não tou em dúvida quanto a nada, não to condicionando minha vida à ninguém. Então por que o drama?

Cada um cuida de si e pronto. Se importar demais é um problema, um pouco de egoísmo nunca matou ninguém.

E tenho que aceitar que princípios as vezes são mesmo inúteis, como diria o House.

Limite

Ai, sério. Agora já começa é a me irritar.

Frases soltas, jogadas do nada, sem explicação alguma.

Dai eu peço explicação. Não tem. WTF?

Isso que eu já deixei passar muita coisa, me fiz de surda pra não precisar questionar e ouvir o que não queria. Custa ser direta? Custa tratar as pessoas como elas te tratam?

"Fernanda, não tou mais a fim."
"Eu me confundi, achei que queria, mas no fim não quero mais."
"Tu não é o meu tipo. "
"Não curto seres pensantes, desculpa."

Qualquer resposta dessas bastaria, faria bem mais sentido do que esse papinho sem graça. Não tenho mais idade pra isso, valeu.

Porque, apesar de ser boa entendedora, eu odeio, odeio meias palavras.